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Reflexões...
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Qualidade de vida no trabalho
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Relações interpessoais e Qualidade de Vida
Prazeres da mesa e Qualidade de Vida
O dia da Qualidade de Vida é lei no Distrito Federal
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A construção da Qualidade de Vida - Elementos fundamentais
Brasília, Capital da qualidade de vida...
Boas escolhas
Alimentação saudável e qualidade de vida
Água, essência da vida
O mundo do trabalho: impacto sobre a qualidade de vida das pessoas
Envelhecimento e Qualidade de Vida
Reflexões
Água, essência da vida
Tsunami brasileiro
Saúde, Qualidade de Vida e Direitos Humanos
Brasília 50 anos
A ética e a Qualidade de Vida no Trabalho
Qualidade de Vida no Trabalho: a Teoria e a Prática
Trabalho e Qualidade de Vida
Saúde e Qualidade de Vida
Stress: Um mal necessário
A Beleza da Qualidade de Vida
Corrupção e Qualidade de Vida
Qualidade de Vida e Sustentabilidade: conceitos que se interrelacionam
Interfaces da Qualidade de Vida: Cenários para a Sustentabilidade
Qualidade de vida como objeto de politica pública
Responsabilidade e Qualidade de Vida
Notas sobre Qualidade de Vida no Trabalho (QVT)
Políticas sociais para a qualidade de vida
Qualidade de Vida: Mitos e Realidade
Saúde e Qualidade de Vida
Buscando a excelência no viver
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O mundo do trabalho: impacto sobre a qualidade de vida das pessoas

Sempre que falamos de qualidade de vida, vem a nossa mente uma serie de questões: o que é qualidade de vida? Quais os fatores que interferem na qualidade de vida? Como podemos contribuir para a qualidade de vida no lar, no trabalho, na sociedade, no planeta...

Ao tentar equacionar as respostas possíveis ressalta-se desde logo a crença de que nossas escolhas desempenham um papel muito importante na vida e que viver com qualidade depende das opções que fazemos, diante das alternativas que nos são colocadas.

Ao pensar a qualidade de vida no trabalho temos que considerar diferentes as pectos: a importância que damos ao trabalho que realizamos; o nível de desafio a que temos de responder no desempenho de nossas funções/atividades; a qualidade das relações interpessoais que ocorrem no ambiente de trabalho; os programas e as ações promovidos pela organização como exames médicos periódicos, ginástica laboral, campanhas anti-tabagismo, prevenção de stress e outras que contribuam para melhorar a saúde, o bem-estar e a satisfação no trabalho que se refletem no desempenho e na produtividade.

Ao definir o tema do 8º FÓRUM DE QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO, que será realizado dias 28, 29 e 30 de junho, o IBQV tomou a decisão de analisar o tema: “O Mundo do Trabalho: Impacto sobre a Qualidade de Vida das Pessoas”que privilegia a análise e a compreensão de questões que afetam a qualidade de vida no trabalho como o stress, o assédio moral, os conflitos, a insegurança, a competição e tantas outras que interferem nas relações interpessoais e caracterizam um clima pouco saudável. A programação completa do evento, poderá ser encontrada no nosso SITE: www.ibqv.com.br. Venha participar conosco!

Elizabet Garcia Campos
Presidente do IBQV

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Envelhecimento e Qualidade de Vida

O ultimo censo realizado em nosso país registrou as modificações estruturais que vem ocorrendo na composição etária da população brasileira.

Dados da ONU indicam que no espaço de 100 anos,entre 1950 e 2050, a população brasileira com idade superior a 65 anos atingirá a marca de 18% ao final desse tempo, em contraposição ao percentual inferior a 3%, do início do período analisado.

Além disso, o processo contínuo de queda da taxa de crescimento da população terá um peso muito grande em relação às politicas públicas a serem adotadas no país.

O que se observa ao comparar os dois processos - envelhecimento da população e declínio da taxa de crescimento populacional - é uma forte pressão sobre os gasto públicos que tende a se acelerar com impacto, principalmente, sobre a saúde e a previdência social.

Confirmados os dados prospectivos o Brasil figurará entre os países mais populosos do mundo, ocupando a 4ª posição, em relação ao intenso envelhecimento populacional.
Com relação ao idoso, faz-se necessário tornar efetivas as politicas de atendimento, e medidas especificas de proteção, já definidas em lei,que permitam um envelhecimento saudável, onde a qualidade de vida seja um direito garantido.

Assim, cumpre conclamar toda a sociedade à reflexão e a busca de novaspoliticas e práticas que possam garantir cidadania ao idoso, tendo em mente que não queremos ser um país de velhosmas sim um pais onde a população seja composta de pessoas mais sábias, experientes e saudáveis.

Norma Regina Talavera Caballero
Diretora de Comunicação e Relações Institucionais do IBQV

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Reflexões

Ler, diariamente, os principais jornais da cidade é um exercício que alimenta nossa sede de informação e conhecimento e, ao mesmo tempo, nos faz refletir sobre os fatos do cotidiano e o quanto afetam nossa percepção de mundo e nossa vida.

Recentemente, os jornais divulgaram a decisão do Supremo Tribunal Federal – STF, reconhecendo o direito dos homossexuais à união estável e, consequentemente, aos direitos dela decorrentes.

Vários jornalistas comentaram a decisão e se posicionaram, criticamente, sobre o tema. Comparando as análises efetuadas por jornalistas de diferentes tendências, sobre o direito assegurado aos homossexuais, observa-se que a decisão do STF ensejará um amplo debate junto à sociedade, visando esclarecer a importância da decisão no contexto de uma sociedade democrática.

O Correio Braziliense divulgou em 12 de maio de 2011, uma matéria em que a CNBB se manifesta contrária à união homossexual. Acredito que a posição da Igreja Católica afetará a percepção, julgamento e comportamento de muito de seus seguidores.

Outras Instituições, religiosas ou não, tem se manifestado sobre a decisão do STF assumindo posição sobre o fato e alertando para as consequências na sociedade. O importante é que todos nóspossamos aproveitar o momento para refletir, sem preconceitos ou paixões, sobre a responsabilidade que temos de ajudar a construir uma sociedade verdadeiramente democrática, onde os direitos civis sejam assegurados a todos os brasileiros.

Nunca é demais lembrar que o fortalecimento da sociedade democrática, contribui para a qualidade de vida das pessoas que nela vivem.

Maria do Socorro M. V. de Carvalho
Conselheira do IBQV

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Água, essência da vida

Sempre que se elege um tema, um assunto, um gênero ou qualquer elemento a ser destacado ou lembrado em um dia específico, destacam-se dois aspectos: a relevância do seu significado/papel, para a sociedade, como um todo, e a sua importância no que diz respeito à valorização por parte dessa mesma sociedade.

Assim como ocorre com o dia da mulher, do trabalho, do índio, da qualidade de vida... existe também um dia especial dedicado a água – 22 de março.

Cada vez mais esse elemento primário da natureza, vital para a existência de todos os seres vivos se vê ameaçado de ter o seu consumo compulsoriamente regulado ou, ao longo do tempo, até mesmo esgotado. Daí a razão de se ter um dia dedicado à água, a fim de conscientizar as pessoas para mudança de hábitos, frente à sua importância e uso consciente.

Os cidadãos estão tomando consciência de que os recursos naturais são finitos. E que é da sua utilização responsável e respeitosa que se pode ter bens mais duráveis, saudáveis e abundantes, garantindo a permanência dos mesmos para nós e para as futuras gerações.

Na água fomos gerados e dela surgiu a vida. Por isso, parece ser desnecessário lembrar que ela está, cotidianamente, presente em nossas vidas: plantamos, comemos, saciamos nossa sede, limpamos e higienizamos nossos corpos, ambientes físicos e materiais e usufruimos do lazer e prazer que seu contato nos traz.

Como se não bastasse tudo isto, os astrólogos, esotéricos e espiritualistas, vêem no elemento água influências energéticas e fluídicas para todo o universo. O movimento das marés, as chuvas ou ausência delas, interferem no modo de vida de todos nós.

A nós, humanos, compete respeitá-la: utilizando-a de forma equilibrada e consciente; buscando e criando novas formas de preservação e acumulação, assegurando, por meio de medidas adequadas, a sua qualidade para consumo.

A natureza tem nos dado inúmeras provas de que ao desrespeitar a água ela se volta contra nós mesmos.

Rosa Manzan
Conselheira do IBQV

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Tsunami brasileiro

Nós, que vivemos na capital do país, centro das decisões políticas e gerenciais que orientam (ou deveriam orientar) o comportamento da sociedade e dos cidadãos que dela fazem parte, nos questionamos por que é tão difícil alcançar o nível de desenvolvimento sustentável, que todos nós brasileiros almejamos.

Conversando sobre o desastre que atingiu o Japão – o Tsunami que destruiu áreas importantes do País - e que certamente comprometeu sua economia e a qualidade de vida dos cidadãos comentávamos, na reunião do Conselho Consultivo do IBQV, quão felizes somos por não sofremos desastres de tão grandes proporções, e terriveis consequências como, por exemplo, a radiação atômica que apavora os japoneses e põe o mundo inteiro em alerta. Um dos Conselheiros presentes disse então: por outro lado, nós temos algo com um potencial de destruição muito grande pois temos uma corrupção endêmica que corrói os princípios e valores da sociedade envolvendo lideranças políticas, governamentais e empresariais do País, pondo em risco a formulação e implementação de políticas governamentais e a destinação efetiva de expressivos recursos públicos para atendimento das necessidades prioritárias do cidadão, fato esse denunciado, enfáticamente, pela mídia.

A darmos crédito ao “festival de denúncias” que é divulgado, sistematicamente, pela mídia em todas as suas formas e modalidades, este País precisaria, urgentemente, preparar-se para enfrentar e dominar essa imensa onda que é a corrupção que assola o país e que tem potencial para causar efeitos quase tão devastadores quanto os provocados pelo Tsunami, que se abateu sobre o Japão.

Muitas pessoas veem Brasília como a capital da corrupção - título que, certamente, não faz justiça à maioria das pessoas que aqui vive, trabalha e contribui para o crescimento e o desenvolvimento do país.

Maria do Socorro Macedo Vieira de Carvalho
Ismailda Garcia Pacheco

Conselheiras do Conselho Consultivo do IBQV

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Saúde, Qualidade de Vida e Direitos Humanos

O Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida - IBQV tem procurado, na organização de seus eventos, associar o objetivo de “Promover a Reflexão e a criação de uma consciência sobre a qualidade de vida e bem estar em todos os âmbitos da vida do individuo e da sociedade” com questões importantes que afetam a vida dos cidadãos.

O recente debate sobre Direitos Humanos, que tem ocupado as páginas de jornais e alimentado profundas críticas de fortes setores da sociedade brasileira, levou o IBQV a eleger como tema da 12ª Jornada Brasileira de Qualidade de Vida e 7º Fórum de Qualidade de Vida no Setor Público, que ocorrerá em Brasília, de 26 a 28 de maio, com os respectivos temas “Saúde, Qualidade de Vida e Direitos Humanos” e “Saúde e Qualidade de Vida nas Organizações Públicas: Políticas para a Sustentabilidade

As palestras, mesas redondas e talk show focalizarão as relações entre os direitos sociais do cidadão como o acesso à saúde, à educação, à segurança e trabalho e outros como, os direitos políticos entre os quais se incluem a liberdade de opinião, a auto-expressão que são características de um país onde os direitos humanos são assegurados pela Constituição.

Convidamos todos a participar da 12ª Jornada Brasileira de Qualidade de Vida. O evento contará com a presença de renomados palestrantes, priorizando a capacidade de crítica e reflexão. Afinal, a questão de Qualidade de Vida deve ser vista como uma Responsabilidade Individual e Coletiva.

Elizabet Garcia Campos
Presidente do IBQV

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Brasília 50 anos

Como se não bastasse simplesmente existir, a vida ainda nos premia com fases que são ditadas pelo tempo, inexorável, senhor da razão.

A nossa reflexão de hoje, de agora, gira em torno do tempo, mais especificamente, sobre a idade, no caso, 50 anos. O jubileu, a festa celebrada pelo fato marcante de existir há 50 anos. Segundo o dicionário Houaiss, na antiguidade hebraica havia uma solenidade pública celebrada a cada 50 anos, quando as dívidas e penas eram perdoadas e os escravos libertos. A hora da indulgência. Indulgência concedida pela vida. É a hora de subir no topo do monte (vida), olhar para trás, para os lados, para a frente. Há o quê perdoar? Do quê pedir perdão? Houve erros? Acertos? É a fase dos questionamentos.

No caso de Brasília não é diferente. É preciso que se use o passado para arquitetar o futuro que queremos para nossa cidade.

De seu passado (50 anos) já temos o que comemorar. Podemos nos debruçar sobre a janela do presente e contemplá-la como o acontecimento de arquitetura e urbanismo mais relevante no cenário nacional. Mas, e o seu crescimento desordenado? Não nos esqueçamos, entretanto, do exemplo de cidadania que dá ao Brasil (caras-pintadas, uso de faixa de pedestres, dentre outras manifestações).

Brasília é feliz? O PIB da cidade é o maior do Brasil assim como o seu Índice de Desenvolvimento Humano – IDH, o que a coloca como a capital da qualidade de vida. E quais são as conseqüências disso? A qualidade de vida que ostenta é extensiva a todos os seus habitantes?

Enfim, são questões relevantes que não podem ser desprezadas, principalmente, por quem já atingiu a maturidade dos 50 anos. Questões essas com as quais o Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida - IBQV continuará altamente comprometido.

Elizabet Garcia Campos
Presidente do Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida – IBQV

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A ética e a Qualidade de Vida no Trabalho

Está cada vez mais claro para as organizações que investir no bem-estar dos funcionários é essencial para elas próprias e para a sociedade. Para atingir esse objetivo, a OIT (Organização Internacional do Trabalho) aponta a importância de promover a liberdade sindical e o direito de negociação coletiva, além da eliminação do trabalho forçado, do trabalho infantil e da discriminação. Desde então, esse é o foco da OIT: o reconhecimento do trabalho responsável e ético como um objetivo global, de forma a garantir segurança e saúde aos indivíduos.

Contudo, é importante ter em mente que a ausência de doença não é necessariamente o mesmo que estar saudável. Fazer com que um indivíduo se sinta bem em seu trabalho pode ir além de evitar com que ele se sinta mal. Além disso, de uma maneira geral, existem três tipos de realidades organizacionais. A primeira é aquela em que as leis não são cumpridas e os trabalhadores são submetidos a maus tratos e arbitrariedades. A segunda é formada por aquelas realidades que respeitam as leis, mas não contribuem para a melhoria do bem-estar dos trabalhadores. E a terceira engloba as organizações que cumprem as leis e se esforçam no sentido de gerar ambientes de trabalho propícios ao bem-estar.

Para que o terceiro nível seja alcançado, é preciso dar o primeiro passo e garantir que os direitos dos trabalhadores, ou seja, as condições básicas para um trabalho digno, sejam asseguradas. Contudo, há um segundo passo, que consiste em ir além do cumprimento de leis, implicando em levar em consideração o bem-estar dos indivíduos e fazer o possível para promovê-lo. Sendo assim, as organizações que são éticas e humanas devem estar atentas a tais fatores e se comprometerem em colocar a pessoa no centro do trabalho, de forma a contribuir para a transformação desta em uma sociedade que cumpre à risca os direitos humanos.

Marina Campos Dessen
Conselheira do Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida - IBQV

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Qualidade de Vida : Mitos e Realidade

O desafio de responder às demandas da realidade com qualidade e eficiência implica em interiorizar um sólido conceito de responsabilidade pessoal e de desenvolver uma visão de mundo, que permita sustentar as decisões necessárias  para dar as respostas adequadas.

Assim satisfação, utilidade e percepção são 3 quesitos importantes.

    Satisfação é o prazer de fazer bem feito, de conceber  ideias e planos de ação e de alinhar os objetivos aos caminhos a serem trilhados. Utilidade cria base de transformação, ou seja, possibilita ao homem a partir do fazer, empreender e inovar incorporando métodos e processos cada vez melhores.

Sustentabilidade tem sido a palavra do momento, pois obriga a:mudanças estruturais, senso de empreendedorismo, questionamentos sobre o status quo , alterações de caráter comportamental e assumir compromissos de mudança,  para que o estágio seguinte tenha suficiente energia interior para evitar regressões.

      Percepção é um conceito vivo de capacitação de leitura correta dos sinais e sintomas emitidos pela  realidade. Desenvolver sensores de leitura exige maturidade, experiência e intuição. Maturidade na direção da identificação das causas das mudanças, experiencia para abrir caminhos criativos e inovadores evitando-se a mesmice e a mediocridade e intuição para estar a frente e descrever os desejos latentes antes que se manifestem.

A partir da incorporação desses conceitos tem-se condição de alcançar QUALIDADE, como padrão de conduta nos processos decisórios. Para que esse padrão seja emulador da Qualidade de Vida e estimulador do permanente crescimento pessoal interior é necessária uma pitada de espiritualidade, pois são os valores e crenças que embasam as decisões e dão suporte aos Planos de Ação.
Isto posto, ser Senhor da própria história para guiar a vida pelos caminhos do futuro, possibilita a cada Ser Humano realizar-se na missão terrena e dar sentido pleno a sua vida.

O IBQV pode ser o espaço de reflexão e o orientador dos processos decisórios; só depende de nós mesmos.

Flavio Correa Prospero              
Presidente do Conselho Deliberativo
Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida

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Qualidade de Vida no Trabalho: a Teoria e a Prática

A Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) há muito tempo é objeto de preocupação do ser humano, pois visa à satisfação e ao bem-estar dos indivíduos neste contexto. Considerando que uma parcela significativa da vida do indivíduo é passada no ambiente de trabalho, torna-se essencial que este se sinta bem em relação a ele.

O século XX foi caracterizado por um aumento deste interesse e da contribuição nesta área. Apesar disso, vários conceitos e usos foram atribuídos à QVT, o que contribuiu para o surgimento de uma série de práticas diferentes que se utilizam deste mesmo termo. Porém, mesmo com esta imprecisão conceitual, a maior parte dos modelos teóricos enfatiza que os programas de qualidade de vida no trabalho devem verificar problemas relacionados à temática da organização, como divisão de tarefas, de tempo, de homens e de espaço. Também colocam que é preciso (re)planejar o trabalho e criar uma gestão participativa, dando mais autonomia, controle e poder aos trabalhadores.

Mesmo com este discurso que remete a mudanças na organização, a QVT lida com práticas que, em sua maioria, não se preocupam com isto, e que apenas incentivam hábitos de vida saudáveis. Não é preciso banir tais práticas, porém, é necessário ressaltar que elas não necessariamente atingem a organização do trabalho, categoria central para a resolução dos problemas que os indivíduos possuem neste ambiente.

É importante estar atento a dois conceitos diferentes: a qualidade de vida no trabalho, que envolve ações associadas a aspectos do trabalho dos indivíduos; e a qualidade de vida do trabalhador, que pode ser promovida pela organização, como assistência a problemas familiares, benefícios comunitários (palestras, ginástica), entre outros. Pesquisas indicam que há um número muito reduzido de organizações que tentam por em prática ações de QVT. Mais freqüentemente, é apresentado um discurso voltado para a preocupação com os empregados; contudo, os programas são de cunho assistencialista e com ênfase na produtividade, com o real objetivo de fazer com que os trabalhadores suportem melhor as exigências a que são submetidos.

Cabe destacar que esta situação pode contribuir para que tais programas sejam bastante criticados e considerados como modismo. Além disso, a efetividade dos mesmos fica comprometida. Por um lado, há um reconhecimento da necessidade dos programas, mas, por outro, as ações que estão sendo realizadas não são convincentes nem congruentes. Portanto, é essencial que repensemos sobre a melhor maneira de proporcionar aos trabalhadores uma melhor qualidade de vida, unindo esforços no sentido de garantir que, em seu local de trabalho, ele possa ter condições de sentir-se satisfeito e realizado.

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Trabalho e Qualidade de Vida

Na sociedade contemporânea as organizações dependem, para produção de resultados, da capacitação e motivação de seus servidores. São eles que representam a base, sobre a qual as organizações constroem seu sucesso. Propiciar-lhes boas condições de trabalho representa um investimento com retorno garantido.

A maioria dos responsáveis, pela área de recursos humanos reconhece a necessidade da implantação de programas de melhoria da qualidade de vida nas organizações mas nem sempre há consenso sobre o assunto. Existem ainda muitos gerentes e profissionais resistentes que não querem admitir que, melhorar a qualidade de vida nas organizações é processo que se implementa passo a passo e que depende da participação de todos.

Em algumas empresas os programas de qualidade de vida no trabalho se restringem à realização de campanhas e eventos esporádicos. Há quem considere que, as iniciativas de comemorar o “aniversariante do mês”, ou eleger o “funcionário padrão” representam momentos de congraçamento de servidores que contribuem para a melhoria do ambiente no trabalho. No entanto, muitas vezes, tais ações são apenas uma concessão feita pela administração aos servidores que, por alguns minutos deixaram suas tarefas de lado para cantar o parabéns pra você.

É preciso criar nas empresas, um clima que propicie às pessoas condições para realizar seu trabalho, de forma satisfatória. Para tal, faz-se necessário a mobilização de todos.

Colocar a responsabilidade de mudança de direcionamento das ações, que visam a melhoria da qualidade de vida, apenas sobre os profissionais de recursos humanos não é possível, nem justo. Como se sabe, além das dificuldades inerentes à implementação dos programas, sempre existirão pessoas pessimistas que duvidarão dos resultados, ou aquelas para as quais o trabalho é mera obrigação, fonte de obtenção do sustento pessoal e da família, e que, por isso, não desejam se envolver.

Transformações e mudanças dependem do engajamento de todos. Se uma organização investe recursos na elaboração e implantação de planos e projetos que reverterão em benefício de seus colaboradores deve haver, por parte deles, uma contrapartida que se traduz em efetiva participação.

O acesso ao conhecimento necessário à concepção e implantação de programas de qualidade de vida no trabalho está se tornando cada vez mais fácil. Cursos, seminários e workshops disponibilizam metodologias amplamente aplicáveis.

Cada organização deve, no entanto, conceber modelos adequados à sua realidade, identificar as necessidades de seus colaboradores e implementar ações, tendo como foco o desenvolvimento humano.

Criar condições para o estabelecimento de um ambiente de trabalho saudável possibilita o incremento da motivação e da criatividade das pessoas nas organizações.

Norma Regina Pires T. Caballero
Assessora Técnica do IBQV

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Saúde e Qualidade de Vida

A progressiva conscientização de que somos responsáveis pela qualidade de vida e promoção da nossa saúde tem movido as pessoas na busca da melhoria de seu estilo de vida e da mudança de hábitos.

Todos querem uma vida longa, com saúde.

A conquista da longevidade saudável resulta da soma de fatores importantes como a herança genética, uma infância bem cuidada, convivendo em um ambiente emocionalmente acolhedor, estável e seguro, atividade física e intelectual, o auto-conhecimento como ponto de partida para o alcance do equilíbrio físico e emocional e, acima de tudo, ter um projeto de vida.

É claro que não se consegue alterar um estilo de vida de repente. Não há mágica.

É preciso querer mudar, ter persistência, disciplina para lidar com novos valores e muita determinação para administrar o “stress” tão presente nos dias atuais.

Considerando a estreita ligação entre a saúde e qualidade de vida, podemos dizer que saúde é o principal elemento para uma vida plena. Afinal não há vida com qualidade quando não existe saúde.

O conceito de saúde é bastante amplo, pois deve abarcar as diversas dimensões da vida seja a física, mental, social e espiritual, são todas importantes, pois devemos considerar que o ser humano é constituído de corpo, mente e espírito. Um ser que convive com seus pares, em família e no ambiente de trabalho. Convive socialmente num contexto de crenças e valores, às vezes com alternância desafiadoras.

A saúde mental é fruto da nossa história de vida, mas também de uma busca constante do auto-conhecimento, que nos permite perceber nossas limitações e potencialidades e, muitas vezes, supera seus próprios limites.

Na dimensão social é importante ressaltar as relações familiares onde a convivência harmônica ou conflituosa pode afetar positiva ou negativamente a saúde e o bem-estar das pessoas. A dimensão da saúde nos remete à importância das pessoas na vida de cada um, nos lembrando que somos seres sociais e que a nossa existência não teria sentido sem a valorização dos laços familiares, da amizade e do ambiente de trabalho.

Elizabet Garcia Campos
Presidente do Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida - IBQV

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Stress: Um mal necessário

A crescente sobrecarga de trabalho, a inquietação, o isolamento social, a ansiedade, a exaustão, o medo e o sedentarismo atual, têm levado as pessoas a buscarem um estilo de vida mais saudável... e mais feliz.

Diariamente estamos submetidos a uma gama de fatores tensionais no ambiente corporativo, na família, nos engarrafamentos de trânsito, nas relações sociais, no avanço tecnológico, nas crises financeiras, e uma sensação de falta de tempo e de controle sobre a própria vida toma conta de nós.

Tudo isto leva ao STRESS. Uma realidade da qual não podemos fugir e que vem aumentando, gradativamente, segundo pesquisas realizadas. Na verdade, a vida tornou-se acelerada demais para o ritmo do nosso corpo.

A Organização Mundial da Saúde afirma que o STRESS já atinge nove em cada dez habitantes do planeta. Isso é assustador!

Infelizmente as pressões do dia-a-dia fazem parte da vida de todas as pessoas. Sintomas como dor de cabeça, insônia, indigestão, dores no peito, irritabilidade, lapsos de memória, boca seca, apatia, alergias, desmotivação, são alguns fatores incorporados à rotina de muita gente.

É hora então de “passar a vida a limpo”. Fazer uma auto-avaliação e identificar os agentes estressores que afetam a nossa saúde física e mental.

Você sente que o seu ritmo de trabalho diminuiu? Seu sono já não é o mesmo? É agitado, acorda várias vezes à noite? Você está sem energia? Sente-se pressionado no seu ambiente de trabalho? Anda irritado, impaciente? Tem realizado muitas atividades ao mesmo tempo? A sensação de vazio existencial tem aparecido com freqüência?

Estas são algumas questões que, se recebem respostas positivas, exigem de nós, urgentemente, uma “parada” para buscarmos o equilíbrio interior.

Segundo James Campbell Quick, psicólogo americano e pioneiro no controle do stress no ambiente de trabalho, “o stress tem de ser cultivado, não eliminado. Temos de aprender a controlá-lo e usá-lo a nosso favor, de forma produtiva e criativa”.

Podemos até desejar viver totalmente sem stress, mas não seria benéfico uma vez que ele é uma espécie de “tempero da vida”. Nos impulsiona a agir, a tomar decisões, encarar desafios, perseguir metas, sonhos... fazer escolhas! Sem ele a vida perderia a “graça”. Apareceria o tédio, a falta de estímulo e, a longo prazo, a depressão.

No cotidiano, “providências” muito simples devem ser observadas. Veja algumas:

- Pense de maneira positiva; pratique esportes e reduza as tensões; valorize os momentos de lazer; desligue-se. Assista um filme, leia um livro, caminhe. Faça algo que lhe dê prazer e estabeleça relações de companheirismo;
- Delegue atividades sempre que puder e não leve trabalho para casa;
- Tenha uma alimentação saudável e balanceada;
- Dedique-se ao trabalho manual e a alguma ação voluntária;
- Pare suas atividades de vez em quando e relaxe; reconheça seus próprios limites.

Contra o STRESS viver bem e com qualidade é a melhor receita.

Elizabet Garcia Campos
Psicóloga, Consultora Organizacional e
Presidente do Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida - IBQV

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A Beleza da Qualidade de Vida

Os movimentos e campanhas pela prática da qualidade de vida, seja no ambiente familiar e social, seja no ambiente corporativo, defendem que as boas práticas de saúde resultam no bem-estar do homem e em uma vida mais longa, com mais saúde, como conseqüência de uma maior harmonia física, emocional, mental, social, espiritual e profissional. Contudo, há mais um resultado que uma vida com qualidade soma para seus seguidores: a beleza.

Hábitos saudáveis não só beneficiam à saúde como também favorecem a beleza, indo além do bem-estar físico e agindo sobre a aparência do indivíduo. O não-tabagismo, a prática regular de exercícios, uma alimentação saudável e equilibrada, o labor num ambiente favorável, uma noite de sono agradável e tranqüila, a dedicação ao lazer físico e mental, a realização de exames preventivos e o tratamento precoce de indisposições, dentre outras, são exemplos de atividades que diminuem o sinal dos anos.

Cada um dos hábitos praticados pelos adeptos de uma vida saudável favorecem a aparência do rosto e o vigor do corpo, tornando-nos mais rejuvenescidos; favorecem o senso de humor, fazendo-nos mais felizes; favorecem a disposição para as atividades do dia-a-dia, deixando-nos mais altivos; fortalecem nossas emoções, esculpindo-nos com semblante mais feliz. É a beleza da qualidade de vida que se estampa em quem cuida de si de forma salutar e benfazeja.

Nunca é tarde para se incorporar novos costumes e, embora não seja tarefa fácil, tentar mudar o estilo de vida pode ser o caminho para desenvolver a auto-estima e a autoconfiança. Persistir na busca de melhores condições de vida, procurar alcançar a paz espiritual e praticar atividades que assegurem boas condições de saúde são providências que devem ser rotineiramente adotadas por todos.

Ter qualidade de vida não é questão de oportunidade. É questão de escolha. Faça a sua opção por viver melhor, e assim viver mais, e não se surpreenda com a admiração de todos ao notaram o seu bem-estar e saúde estampados em você.

Assim, procure seguir esta preciosa dica: viva com qualidade. Valorize cada oportunidade de viver bem, seja no lar, no trabalho, nas atividades cotidianas e nas relações inter-pessoais. E ao contemplar a sua bela imagem, seja no reflexo das águas, seja num espelho ou numa fotografia, fruto de uma vida intensamente saudável, celebre a alegria de ser você e brinde à qualidade de sua vida! Tim-tim!

Tiago Correia
Diretor de Comunicação e Marketing do Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida – IBQV.

Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida – IBQV – www.ibqv.com.br
SHIS QI. 11 Bl. O Sala 213 – Edifício Yonara – CEP 71.625-205 – Brasília DF

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Corrupção e Qualidade de Vida

Num reino distante, onde as condições de vida do povo eram precárias, devido, entre outras carências, a falta de água e a propagação de epidemias , os súditos começaram a ter esperanças.

O rei, através de proclamas, entregues pelos arautos, prometera usar todo o ouro arrecadado com os impostos, para melhorar as condições de vida dos habitantes da vila feudal.

Ocorre que ao receber as moedas de ouro o rei decidiu usar, a maior parte dos recursos, na festa oferecida aos nobres, convidados para o casamento de sua filha.

Era preciso comprar belas jóias para a rainha, para a noiva, além de preparar um majestoso banquete.

A população teve que conformar-se com o pouco que sobrara. Afinal as decisões do rei eram inquestionáveis.

Centenas de anos depois, essa historinha, que se passa num reino imaiginário se repete. Só mudam os protagonistas.

Os recursos que provém dos impostos pagos pelo povo, não tem sido utilizados, integralmente, de forma adequada.

Passamos de súditos a cidadãos, e as práticas de apropriar-se do que é do nosso direito, sofisticaram-se, o que dificulta a indentificação dos responsáveis por atos ilícitos.

A corrupção incorporou-se à nossa cultura e, lamentavelmente, vem se tornando habitual.

Mas em que a corrupção interfere e prejudica a melhoria da nossa qualidade de vida? A resposta salta aos nossos olhos, nas manchetes dos jornais e na TV.

O que sobra no bolso dos homens públicos inescrupulosos, falta , para a melhoria da educação, da saúde e dos vários direitos da população brasileira.

Nesse momento, em que se procede a elaboração das declarações do imposto de renda, - o imposto socialmente mais justo, pois a tributação maior deve incidir sobre as classes de mais alta renda, - espera-se que o recurso arrecadado seja aplicado, da forma mais adequada possível. A sociedade tem que ser beneficiada com o que lhe é devido.

Cabe, no entanto a esta sociedade mobilizar-se, lutar contra a corrupção, pois isso permitirá que, sejam devidamente identificados e punidos , aqueles que, apropriando-se dos recursos públicos, inviabilizam a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros.

Se a maior aliada da corrupção tem sido a apatia, não nos esqueçamos de dar voz à nossa indignação, fugindo à inércia que acomete aos bons, que se calam, enquanto os maus ganham espaço articulando ações, em seu próprio benefício.

Norma Regina Pires T. Caballero
Assessora Técnica do IBQV

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Qualidade de Vida e Sustentabilidade: conceitos que se interrelacionam

O “Correio do Planalto, de fevereiro de 2009, publicou um texto de autoria do Senador Cristovam Buarque intitulado “As cores de Obama”, no qual ele afirma que o Presidente Obama já está na história como o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, mas que para ser considerado o primeiro presidente norte-americano do século XXI, é de esperar que seja, também um presidente verde. Afirma o senador que é preciso trazer a preocupação ambiental para o centro do debate e das decisões na economia, na sociedade, na ocupação da terra pelos americanos e demais cidadãos do mundo.

Ao ler a coluna, consideramos relevante discutir, em um espaço dedicado à qualidade de vida, a questão maior sustentabilidade do planeta, uma vez que ela é afetada pelas escolhas políticas, econômicas, tecnológicas feitas por diferentes governantes e, também, por cidadãos.

Sabemos que é utópico falar em qualidade de vida sem conciliar as grandes questões relativas à maneira como fazemos nossas escolhas enquanto cidadãos. A forma como usamos os recursos do planeta determina a qualidade de vida daqueles que nele vivem.

A revista “Desafios do Desenvolvimento”, de janeiro de 2008, traz uma materia importante sobre cidades brasileiras que estão construindo indicadores de qualidade de vida para cobrar resultados do administrador municipal. O projeto teve origem no movimento “Nossa São Paulo: outra cidade”, que foi inspirado na experiência colombiana de dezembro de 2007, quando o prefeito de Bogotá se submeteu a um programa de avaliação de seus quatro anos de governo. No caso de São Paulo está prevista uma ampla pesquisa qualitativa sobre a percepção dos cidadãos em relação aos principais problemas da cidade, tais como, educação, saúde, corrupção, segurança pública, assistencia social, desigualdade...

Ao ler a materia, fica claro que a qualidade de vida é afetada pela forma como o governo e a sociedade se organizam para garantir às pessoas melhores condições de vida. Todos nós, enquanto cidadãos conscientes de nossa responsabilidade pela construção de uma sociedade mais justa e democrática, temos a certeza de que não podemos falar em qualidade de vida enquanto grandes contingentes de pessoas não tiverem acesso aos bens sociais. O discurso crítico em relação à sociedade conteporânea evidencia que os valores de acumulação se sobrepõem aos valores de compartilhamento.

É, portanto, necessário incluir na agenda daqueles que se preocupam com a qualidade de vida, a questão da sustentabilidade entendida em suas diferentes dimensões: sócio-política, econômica, cultural, ambiental, cultural. A maior ameaça à qualidade de vida é a forma inconsequente como têm sido utilizados os recursos de que dispõem as nações para alcançarem o crescimento econômico.

A sociedade que ajudarmos a construir determinará o nivel de qualidade de vida que alcançaremos enquanto cidadãos.

Na cidade em que vivemos, considerada cmo a capital da qualidade de vida, causa espécie a profunda desigualdade que ainda persiste, se considerarmos os diferentes estratos populacionais existentes e as diferentes condições de vida.

Maria do Socorro M. V. de Carvalho
Conselheira do IBQV

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Interfaces da Qualidade de Vida: Cenários para a Sustentabilidade

O conceito de sustentabilidade compreendido como a capacidade de atender às necessidades do presente, sem comprometimento das possibilidades de sobrevivência das gerações futuras, leva à reflexão sobre a importância de despertar na sociedade comportamentos orientados para a Qualidade de Vida e suas diversas dimensões. Por essa razão, o IBQV definiu como tema para a 11ª Jornada Brasileira de Qualidade de Vida “Interfaces da Qualidade de Vida: Cenários para a Sustentabilidade”, que acontecerá nos dias 27, 28 e 29 de maio de 2009.

O alcance da sustentabilidade implica, dentre outros critérios, na observância de condições básicas que estão diretamente relacionadas, tais como:

ser ecologicamente correta – no sentido de analisar o impacto ambiental; as consequências sobre os seres vivos de hoje e os de amanhã e a repercussão que terá sobre o planeta;

ser economicamente viável – discutir o custo-benefício das ações; a disponibilidade dos recursos econômicos; a questão do aumento excessivo de tributos para a população e os investimentos em infraestrutura e tecnologia;

ser socialmente justa – considerar a questão das desigualdades socioeconômicas, fruto de uma distribuição de renda extremamente injusta, trazendo como resultado uma população mundial de 1,4 bilhão de pessoas em extrema pobreza, segundo o Banco Mundial (dados de 2005). Além disso, deve-se assegurar que a população tenha acesso aos bens sociais o que, consequentemente, contribuirá para uma maior justiça social e desenvolvimento econômico;

ser culturalmente aceita – respeitar a cultura da população, uma vez que a cultura de um povo reflete a sua natureza, sua história, sua alma, suas crenças, seus valores, seus mitos...

É necessário, portanto, envidar esforços para a compreensão do fato de que a cada ação corresponde uma reação, e que devemos estimular as pessoas a se transformarem em cidadãs comprometidas com o respeito aos direitos e deveres individuais e coletivos.

Os palestrantes convidados, renomadas autoridades no assunto objeto da Jornada, contribuirão, certamente, para a abrangência e aprofundamento necessários ao sucesso do evento.

O IBQV convida você a participar de uma reflexão conjunta com esses pensadores nacionais, onde alternativas factíveis para gestão sustentável das organizações serão apresentadas.

Esperamos você!

Elizabet Garcia Campos
Presidente do Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida - IBQV

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Qualidade de vida como objeto de politica pública

Brasília, considerada a capital da qualidade de vida, ganha o primeiro bairro ecológico do Brasil – O Setor Noroeste. O bairro foi idealizado no projeto “Brasília Revisitada”, criado para ordenar a expansão urbana da Capital e das cidades do Distrito Federal.

O fato de o Noroeste estar localizado próximo a reservas ambientais obrigou que os projetos de urbanização da área passassem pelo crivo do órgão responsável pela preservação ambiental, para garantir a manutenção das características naturais da área.

Esse patrimônio ambiental exigirá uma série de requisitos a serem cumpridos. Para a utilização inteligente da energia elétrica, os prédios contarão com sistema de aquecimento solar, que reduzirá o uso da rede elétrica convencional. Haverá sistemas de coleta da água da chuva para abastecer as lagoas do Parque Burle Marx. Esse sistema evitará o desperdício de água e a erosão do terreno. Parte da água utilizada pelos moradores será reciclada e utilizada para a irrigação da área verde dos prédios.

Outro aspecto que o projeto contempla é o recolhimento do lixo produzido, que deverá ser obrigatoriamente separado em lixo seco e orgânico. Uma rede de canos sairá de todos os edifícios e levará o lixo, por meio de um sistema de sucção, para as centrais de detritos, que ficarão fora do bairro, o que excluirá a circulação de caminhões de lixo dentro da área, diminuindo a poluição sonora e o tráfego local.

A escolha dos materiais a serem utilizados nas obras será feita de forma a conciliar as atividades humanas com a preservação do meio ambiente, atendendo aos preceitos da responsabilidade ecológica.

O Noroeste nasce para ser uma referência nacional em qualidade de vida e poderá servir como exemplo de política pública, consciente e responsável.

Elme Terezinha Ribeiro Tanus
Diretora de Gestão Administrativa e Financeira
Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida

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Responsabilidade e Qualidade de Vida

A qualidade da nossa vida é, indiscutivelmente, o que temos de mais importante, além da própria vida, é claro. E é de nossa inteira responsabilidade, individual e coletiva, o resultado final do desenho que damos ao dia-a-dia particular, social e do Planeta.

Muito se filosofa sobre a vida, surgindo daí várias correntes de pensamento: uns a consideram rija, como Millor Fernandes, por exemplo, para quem “viver é desenhar sem borracha”; outros há que pensam ser a vida escrita a lápis, sendo a borracha o arbítrio do ser. Pelo sim, pelo não, como bem fraseou o poeta Gonzaguinha, “ninguém quer a morte, só saúde e sorte”.

E se “somos nós que fazemos a vida”, por que não fazê-la com qualidade? Deparamo-nos aqui com o fundamental, que é o comprometimento com a minha, a sua, a nossa Qualidade de Vida. Responsabilidade individual, base de todas as construções coletivas. Com efeito, a ação coletiva é calcada nos valores individuais, mostrando-se de bom alvitre uma reflexão sobre o tema.

Nesse pensar, ousamos dizer que a mais responsabilidade corresponde mais qualidade de vida. Ou seja, a responsabilidade pela qualidade de vida de um não termina onde começa a do outro, ao contrário do adágio popular de que o direito de um termina onde começa a do outro. A qualidade de vida individual não é estática, ela permeia a de todos e será tanto maior e melhor quanto mais abrangente. É preciso que se atinja a tão sonhada harmonia. A Qualidade de Vida de um é de todos. Donde a necessidade do trabalho em prol da melhoria das condições sociais, ao tempo em que cada um consegue a sua própria conscientização de comprometimento, tanto consigo, quanto com a coletividade.

Portanto, Qualidade de Vida e responsabilidade caminham juntas. Quanto mais responsabilidade com o planeta, com as gerações futuras, com o semelhante e não-semelhante, mais altruísmo, benevolência, compaixão, mais simplificação da vida, mais abundância de alegria, contentamento...mais qualidade de vida.

Suely Leite A. de Macedo
Conselheira do IBQV

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Notas sobre Qualidade de Vida no Trabalho (QVT)

Ao revisitar a literatura sobre qualidade de vida pode-se observar que se trata de um constructo eminentemente interdisciplinar, o que implica a contribuição de diferentes áreas do conhecimento para o seu aprimoramento conceitual e metodológico.

Fica evidente, também, que há falta de clareza e consistência quanto ao significado e a mensuração da qualidade de vida.

A Organização Mundial de Saúde define QV como a percepção do indivíduo sobre sua posição na vida, no contexto da cultura e dos sistemas de valores nos quais ele vive, e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações. (The World Helth Oragnization Quality of Life Group, 1993).

O conceito de qualidade de vida começou a ser fracionado em diferentes dimensões, surgindo já no final dos anos 60 o termo qualidade de vida no trabalho, influenciado pela preocupação da sociedade com os efeitos do trabalho na saúde e no bem estar dos trabalhadores. Questões como autonomia e tomada de decisões democráticas no ambiente de trabalho são estudadas com o objetivo de verificar o impacto no bem-estar psicológico dos trabalhadores e na produtividade das organizações.

Alguns autores ao formularem seus conceitos sobre QVT relacionam com a existência de condições e práticas organizacionais como condições seguras de trabalho, participação dos empregados nos processos de decisão, oportunidades de progresso no emprego, a ausência de preconceitos no local de trabalho, um sentido de comunidade, o respeito ao indivíduo, a liberdade de palavra e outros.

Richard Walton (1973) afirma que a meta de um programa de qualidade de vida no trabalho é gerar uma organização mais humanizada, em que o trabalho envolva simultaneamente relativo grau de responsabilidade e autonomia a nível do cargo, recebimento de feedback sobre seu desempenho com tarefas adequadas, variedade, enriquecimento e com ênfase no desenvolvimento pessoal do indivíduo.
Para Nadler e Lawler (1983) Qualidade de Vida no Trabalho é a grande esperança das organizações para atingirem altos níveis de produtividade sem esquecer a motivação e a satisfação do indivíduo.

Ao lançar um olhar sobre a literatura pode-se verificar que a Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) relaciona-se a esforços voltados para a humanização do trabalho, os quais buscam solucionar problemas gerados pela própria natureza das organizações existentes na sociedade.

Profª. Maria do Socorro M. V. de Carvalho
Membro do Conselho Consultivo do
Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida - IBQV

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Políticas sociais para a qualidade de vida

A concepção e a implantação das políticas sociais têm avançado em nosso País. Mas, tem-se que reconhecer que ainda há um longo caminho a ser percorrido, até minimizar o desequilíbrio na distribuição de renda e promover efetivamente a justiça social. Em seu livro A Geografia da Fome, Josué de Castro afirma que “A fome é a expressão biológica dos males sociais”.

Para que sejam promovidas mudanças de rumo nessas Políticas, deve-se primeiro identificar as origens da pobreza para atacá-las diretamente. Os programas de combate à fome são extremamente necessários em algumas situações. Entretanto, as agendas sociais de todos os níveis de governo devem disponibilizar as portas de saída com programas voltados à educação de qualidade, capacitação profissional e melhoria na oferta de emprego e renda. A garantia da qualidade de vida de nossa população somente será alcançada, quando as políticas públicas deixarem de ser assistencialistas e passarem a ser mais estruturantes. Os indivíduos não podem ficar eternamente dependentes da generosidade dos gestores públicos, para que tenham o mínimo de dignidade em suas vidas.

Outro avanço que deve ser considerado são as parcerias do governo com a sociedade civil. Nesse contexto, surge a Responsabilidade Social Corporativa. Não para que as empresas assumam o papel do Estado, mas para que possam dar sua parcela de contribuição, participando ativamente das transformações sociais. A ação socialmente responsável das empresas já ultrapassou o estágio de mera novidade para se transformar gradativamente em estratégia corporativa.

Recente pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA, coordenada pela Dra. Anna Peliano, indica que 465 mil companhias no País exercitam a responsabilidade social e que, em sua grande maioria, as ações são executadas na área educacional. Certamente a igualdade nas oportunidades só será alcançada se todos tiverem acesso à educação, porque existe fome de conhecimento e carência de saber.

As novas tendências apontam para políticas públicas emancipadoras e não compensatórias, que oferecem à população maior autonomia. A formulação de políticas públicas voltadas para uma sociedade mais justa e igualitária contribuirá para mudanças de paradigmas e construção de novos valores que promoverão, com certeza, a melhoria da qualidade de vida de nosso povo.

Dulce Tannuri
Psicóloga, especialista em Políticas Públicas, membro do Conselho Deliberativo do
Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida - IBQV

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Saúde e Qualidade de Vida

A progressiva conscientização de que somos responsáveis pela qualidade de vida e promoção da nossa saúde tem movido as pessoas na busca da melhoria de seu estilo de vida e da mudança de hábitos.

Todos querem uma vida longa, com saúde.

A conquista da longevidade saudável é resultado da soma de fatores importantes como a herança genética; atividade física e intelectual; uma infância bem cuidada num ambiente acolhedor, estável e seguro; o autoconhecimento como ponto de partida para o alcance do equilíbrio físico e emocional e, acima de tudo, ter um projeto de vida.

Não se consegue alterar um estilo de vida num passe de mágica.

É preciso querer mudar, ter persistência, disciplina para lidar com novos valores e muita determinação para administrar o “stress” tão presente nos dias atuais.

Considerando a estreita ligação entre saúde e qualidade de vida, podemos dizer que saúde é o principal elemento para uma vida plena, afinal não há vida com qualidade quando não existe saúde.

O conceito de saúde é bastante amplo, abarca as diversas dimensões que a compõem: física, mental, social e espiritual, incluindo-se a profissional e intelectual – cada uma é causa e conseqüência das outras, estando todas interrelacionadas. O ser humano convive com seus pares, em família e no trabalho, num contexto de crenças e valores, às vezes com mudanças muito rápidas, desafiadoras.

É importante ressaltar as relações familiares onde a convivência harmônica ou conflituosa pode afetar positiva ou negativamente a saúde e o bem-estar das pessoas. A nossa existência não teria sentido sem a valorização dos laços familiares, da amizade e do ambiente de trabalho.

A saúde mental é fruto da nossa história de vida e também de uma busca constante do autoconhecimento, que nos permite perceber nossas limitações e potencialidades. Este trabalho é essencial ao aprimoramento de nossos talentos e ao desenvolvimento de novas capacidades, como a busca da paz e da espiritualidade.

Ismailda Pacheco
Assessora Técnica
Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida – IBQV

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Buscando a excelência no viver

Diante das intensas transformações sociais, econômicas, políticas e, especialmente, tecnológicas, novos cenários estão se configurando. Nunca o ser humano esteve tão exposto simultaneamente, a tantos estímulos e mudanças e jamais foi tão exigido e tão desafiado quanto atualmente.

O processo de enfrentamento e ajustamento a uma nova ordem, antes mesmo que se tenha adaptado à ultima mudança, tudo isso gera um estado de stress significativo para a maioria das pessoas que, por falta de visão de futuro ou mesmo por acomodação, não estão em processo contínuo de preparação para responder aos desafios da vida atual.

O que se coloca em questão é a maneira como estamos vivendo nesta sociedade, neste contexto de mutações técnico-cientificos aceleradas e de considerável crescimento demográfico.

Parece quase impossível fugir do destino reservado ao nosso planeta e ao nosso país, de buscar, nos avanços da tecnologia a solução dos problemas que nos atingem, nos estressam, comprometendo nossa qualidade de vida. Mas, mesmo para quem vive no primeiro mundo, o advento tecnológico por si só, não tem garantido o acesso à felicidade!

Violência urbana, desemprego, decadência ética, famílias desagregadas, comunidades carentes, são apenas algumas características indesejáveis da vida moderna. Tais condições de vida provocam nas pessoas inquietação, stress e depressão.

Segundo Roberto Crema,”vivemos um estado de temor generalizado que advém do que Pierre Weil denomina de fantasia da separatividade. Desconectamos-nos de nossa essência, do outro, da coletividade, do ambiente, do universo. Numa atitude compensatória da síndrome de desvinculação e de abandono, nos apegamos a objetos, ideologias, cargos, pessoas. O apego conduz ao medo da perda e do desconhecido que, por sua vez, determina o stress, fonte básica de enfermidades”.

Nunca se falou tanto em qualidade de vida como nos últimos tempos! O conceito de Qualidade de Vida vem sendo incorporado cada vez mais no nosso dia a dia. Aliás, nunca se falou tanto na conquista de um viver com mais prazer e com mais felicidade!

Essa conquista é fortemente influenciada pela maneira como estamos vivendo. Se sonhamos viver com excelência, é essencial o auto conhecimento, a vontade de querer mudar, de resgatar valores e de tomada de consciência para mudança de hábitos. É claro que não se consegue alterar um estilo de vida num passo de mágica. É um processo que requer persistência, disciplina e determinação entre outros fatores.

Mesmo conscientes de que somos os únicos responsáveis pelo estilo de vida que estamos levando, fortalecemos nossas amarras, usamos a resistência, fazemos de conta que está tudo bem, ignoramos novas formas de crescimento pessoal, de realização, de ser feliz e continuamos reclamando da vida sedentária que estamos levando. A tendência é culpar todo mundo: os chefes, as tarefas, os subordinados, os parceiros, a família, o governo, a política econômica e outros para justificar nossa incapacidade pessoal de provocar mudanças comportamentais.

Precisamos mesmo, é transformar nossos sonhos em planos de ação, que são meios concretos de nos aproximarmos dos nossos ideais de paz, alegria, harmonia, inspiração e sucesso.

Cada minuto de nossas vidas é uma oportunidade de melhoria contínua. Se desejamos viver mais e melhor e conquistar o direito de ser feliz, precisamos romper com o imobilismo e acabar com as desculpas. A transformação da realidade tem inicio no interior de cada um de nós!

A condição “sine qua non” é que sejamos partícipes de um mesmo ideal: valorizar a vida e ter consciência da rapidez com que ela passa. Tal ideal requer atitudes que nos estimulem a buscar a cada dia, mecanismos para melhorar a convivência na sociedade, no trabalho, na família, com os amigos e a estabelecer novas relações de poder, centradas não apenas na hierarquia, mas no poder pessoal de criar, contribuir, somar, compartilhar e cooperar.

Se realmente queremos mais qualidade pessoal na nossa vida, se acreditamos que vale lutar pela conquista de um estilo de vida com mais prazer e felicidade, se queremos agregar valores que nos levem à excelência como seres humanos, o ponto de partida é voltar nosso olhar para dentro de nós mesmos e refletirmos sobre o que é possível fazer para buscar o equilíbrio nas dimensões, física, profissional, emocional, espiritual, intelectual, e social, sem perdermos de vista a concretização do nosso PROJETO DE VIDA.

São “coisas simples” que podemos colocar em prática que certamente nos garantirão uma vida com mais qualidade:

1. Descubra seus limites e procure respeitá-los;
2. Cultive cada vez mais seu humor;
3. Evite um estilo de vida sedentária. Pratique exercícios;
4. Apaixone-se pelo trabalho que está realizando;
5. Estabeleça prioridades em sua vida e aprenda a dizer não;
6. Evite desenvolver vários projetos ao mesmo tempo;
7. Exercite sua paciência. Relaxe!
8. Desenvolva sua simpatia para com os outros;
9. Use sua inteligência para enfrentar as crises sem sofrer demasiado;
10. Procure enxergar o lado positivo das coisas;
11. Consuma uma alimentação equilibrada;
12. Evite levar trabalho para casa;
13. Cultive o hábito de falar menos e ouvir mais;
14. Aprenda a meditar buscando a paz interior;
15. Crie o habito de “passar sua vida à limpo” diariamente;
16. Mantenha sempre uma atitude positiva diante da vida;
17. Não abra mão das suas férias e do seu lazer;
18. Procure administrar seu tempo com eficiência;
19. Procure estar bem consigo mesmo, com a família e com os amigos;
20. Faça diariamente alguma coisa que lhe dê prazer;
21. Tenha sempre em mente o “seu projeto de vida”.

O desafio é não deixar passar as oportunidades para adotar um novo estilo de vida, para um novo tempo, que nos permita alcançar o resultado que todos sonhamos: SER FELIZ!

Elizabet Garcia Campos
Psicóloga, Consultora Organizacional, Presidente do Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida - IBQV

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